Resumão Junho 24, 2006
Posted by Bá in G, Madonna, Mundo, Mídia, Política, Sampa, parada glbt.add a comment
- Revista Dinheiro fala sobre o poderoso "mercado gay". Aposto que uma das cinco pessoas que visitou a feira de negócios gls que anteceu a parada concorda.
- Vive la Fête arrasa em show em Sampa na The Week (International)
- Em entrevista ao Larry King, novo superman garante que não é, não é gay. Declaração foi dada ao lado de Brian Singer e Kevin Spacey e, claro, citando o "relacionamento complicado" com a Louis Lane. OK.
- PSDB lança núcleo de diversidade sexual – após parada de 2,5 milhões de pessoas, onde a Salete Campari e a Léo Áquila oficializaram candidaturas a deputadas estaduais
- Brasil ganha do Japão por 4 a 1 (fiquei sabendo aqui)
- Madonna, Cher, George Michael e Donna Summer – ou nenhum deles – podem vir ao Brasil este ano.
Parada do Rio com Cher, George Michael e Donna Summer? Junho 22, 2006
Posted by Bá in G, parada glbt.add a comment
Aparentemente a prefeitura do Rio – vale lembrar que é o César Maia – já sondou os três para participar do show de encerramento da parada gay (desculpa, glbt), que acontece dia 30. Será que alguém se dignou a responder já? E a Cher não tinha se despedido dos palcos (assim como a Gisele das passarelas e a Celine Dion de Las Vegas)? Mais no XXY.
Depois do carro CUT/Apeoesp na Parada… Junho 20, 2006
Posted by Bá in G, Política, parada glbt.add a comment
PSDB ganha núcleo "diversidade tucana". Mais no XXY.
Parada: day after 3.0 Junho 20, 2006
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- Destaque no Towleroad
- Fotos no MadeInBrazil
- Texto interessante na Advocate
Parada reúne 2 milhões (e?) Junho 19, 2006
Posted by Bá in Sampa, parada glbt.add a comment
A parada gay (desculpe, glbt) reuniu 2 milhões de pessoas – desta vez de acordo com a PM – em sua despedida da Avenida Paulista. Nem imagino quantas pessoas a Associação da Parada vai dizer que juntou (3, 4 milhões?), mas na prática não importa. É a maior parada do mundo – orgulho nacional – e atingiu, depois de uma década, o mesmo nível de politização que o carnaval de Salvador.
Sob o lema de "Homofobia é crime" e com a pseudopolêmica de que terá que deixar a Paulista ano que vem (na boa, qual o grande problema?), parece que a cada ano a manifestação se perde um pouquinho. Quando completou 1 milhão de pessoas eu estava lá, assim como vários amigos e conhecidos. A idéia era se divertir, mas principalmente mostrar para todo mundo que a gente existia.
Três, quatro anos depois, dos amigos e conhecidos que estavam lá anos atrás, a maioria viajou e eu fiquei em casa, lendo confortavelmente. O máximo que fiz foi uma baladinha básica na The Week no final de semana prolongado. E li uns posts ótimos, sendo este, do sedotec, o melhor.
Sei lá, talvez este seja um tema meio morno para a abertura deste blog, mas o sentimento é que a coisa se esgotou lá mesmo, em edições passadas, virando um "carnaval" sobre o qual o Caetano Veloso poderia gastar dezenas de páginas numa continuação daquele livro dele, mas sem grande efeito. E, na prática, o tema já nem ganha mais página dupla de jornal. Bem, de qualquer jeito, Silvetty fez 18 anos de carreira com direito a entrevista na Folha e os chapéus de cowboy continuam em alta…