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Filial da Bluespace em Higienópolis Julho 16, 2006

Posted by Bá in Drags, Sampa, Teatro.
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Thalia BombinhaParece que a cultura “gay” está realmente se tornando algo, assim, “mainstream”. Ao menos foi o que quase 300 pessoas que lotaram o Teatro Folha para o Nunca se sábado no último dia 15 presenciaram, ao ovacionar uma apresentação que as bibas podem assistir todos os finais de semana (domingos mais cedo, inclusive), na Bluespace: show das caricatas Thália Bombinha (foto), Nata$ha Ra$ha e mais uma menina que não peguei o nome.

Engraçado como sempre – e nada diferente das apresentações na BlueSpace e de outras casas – a fofa arrasou nos papéis de dançarina de balé e modelo de programa feminino, enquanto Nata$ha dominou o público com caras, bocas e expressões tiradas diretamente do Melhor da Tarde ou do show da Ana Maria Braga. Isso, claro, enquanto o público inteiro – do Shopping Pátio Higienópolis – gargalhava e mais de uma vez se ouvia perguntas como “de onde saíram estas três”.

Da Barra Funda oras… :-)

Serviço: o Nunca se sábado funciona em esquema de competição. Se as lindas ganharem a melhor nota, se apresentam no próximo final de semana, com o mesmo espetáculo, lá no Teatro Folha, à meia noite. R$ 30 (inteira).

Vida inteligente na terra do SPFW Julho 14, 2006

Posted by Bá in Moda, Sampa.
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Sim, o SPFW está a todo vapor e em breve eu coloco umas fotinhos de Bom dia (na dúvida, vai lá no madeinbrazil que, pra variar, ele tem as melhores fotos e comentários). Mas queria deixar registrado um dos poucos lugares que está tendo um mínimo de bom senso no mundinho: é o novo blog do SPFW feito pelo Lutti – um Personal stylist por prazer. Estudante de moda e comportamento por diversão. Blogueiro por acaso. Metido por natureza. Se a vida é uma festa, eu quero acertar no traje  – no Terra. Vai dar uma olhada. E responda o que aconteceu com o peito da Angélica.

Resumão Junho 24, 2006

Posted by Bá in G, Madonna, Mundo, Mídia, Política, Sampa, parada glbt.
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  • Revista Dinheiro fala sobre o poderoso "mercado gay". Aposto que uma das cinco pessoas que visitou a feira de negócios gls que anteceu a parada concorda.
  • Vive la Fête arrasa em show em Sampa na The Week (International)
  • Em entrevista ao Larry King, novo superman garante que não é, não é gay. Declaração foi dada ao lado de Brian Singer e Kevin Spacey e, claro, citando o "relacionamento complicado" com a Louis Lane. OK.
  • PSDB lança núcleo de diversidade sexual – após parada de 2,5 milhões de pessoas, onde a Salete Campari e a Léo Áquila oficializaram candidaturas a deputadas estaduais
  • Brasil ganha do Japão por 4 a 1 (fiquei sabendo aqui)
  • Madonna, Cher, George Michael e Donna Summer – ou nenhum deles – podem vir ao Brasil este ano.

Parada reúne 2 milhões (e?) Junho 19, 2006

Posted by Bá in Sampa, parada glbt.
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A parada gay (desculpe, glbt) reuniu 2 milhões de pessoas – desta vez de acordo com a PM – em sua despedida da Avenida Paulista. Nem imagino quantas pessoas a Associação da Parada vai dizer que juntou (3, 4 milhões?), mas na prática não importa. É a maior parada do mundo – orgulho nacional – e atingiu, depois de uma década, o mesmo nível de politização que o carnaval de Salvador.

Sob o lema de "Homofobia é crime" e com a pseudopolêmica de que terá que deixar a Paulista ano que vem (na boa, qual o grande problema?), parece que a cada ano a manifestação se perde um pouquinho. Quando completou 1 milhão de pessoas eu estava lá, assim como vários amigos e conhecidos. A idéia era se divertir, mas principalmente mostrar para todo mundo que a gente existia.

Três, quatro anos depois, dos amigos e conhecidos que estavam lá anos atrás, a maioria viajou e eu fiquei em casa, lendo confortavelmente. O máximo que fiz foi uma baladinha básica na The Week no final de semana prolongado. E li uns posts ótimos, sendo este, do sedotec, o melhor.

by ... Tatiana !!!Sei lá, talvez este seja um tema meio morno para a abertura deste blog, mas o sentimento é que a coisa se esgotou lá mesmo, em edições passadas, virando um "carnaval" sobre o qual o Caetano Veloso poderia gastar dezenas de páginas numa continuação daquele livro dele, mas sem grande efeito. E, na prática, o tema já nem ganha mais página dupla de jornal. Bem, de qualquer jeito, Silvetty fez 18 anos de carreira com direito a entrevista na Folha e os chapéus de cowboy continuam em alta…